geração de energia

Em meio à crise econômica que vem atingindo o Brasil nos últimos anos, a boa notícia vem do setor da geração de energia solar, que apresentou um crescimento considerável no ano de 2016 e mostra perspectivas de crescimento na casa dos 300% até o fim de 2018.

Um excelente incentivo para quem tem um projeto de energia solar na gaveta pronto para ser viabilizado.

A quantidade de sistemas fotovoltaicos ligados à distribuidora no início de 2016 que era de cerca de 1.750 chegou a 7,5 mil no fim do ano, apresentando um crescimento de 270% se comparado ao ano anterior. As previsões são atingir 1.000 MW em potência instalada até o fim deste ano, representando um crescimento de 325% se comparado à capacidade atual que é de 235 MW e que são suficientes para o abastecimento de aproximadamente 60 mil casas.

O fato mostra que a geração de energia solar cresce mesmo diante das incertezas na economia e da política do país, comprovando a solidez de uma tecnologia com grande potencial e oportunidade de real redução nos custos, tanto para a população, quanto para as empresas que estiverem preparadas.

Incentivo para a geração de energia solar

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) tem incentivado a geração de energia solar com a permissão da implantação de usinas em grandes parques. Desta forma, a energia que é gerada, é distribuída e pode ser compensada na conta de vários usuários.

Um investidor pode gerenciar o parque e os clientes podem compensar a produção em suas contas de luz, gerando uma redução mensal da tarifa entre 23% e 25% em alguns casos.

A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) projeta para os próximos 15 anos um crescimento de 30 GW na matriz fotovoltaica, o que equivale a quase três usinas Itaipu. Se a maioria das casas tivessem painéis fotovoltaicos, a energia captada superaria facilmente a geração de energia elétrica no país.

Com o alto índice de incidência solar no Brasil, é mais barato para algumas regiões gerar energia solar a partir da instalação de painéis nos telhados das casas do que comprar energia elétrica da distribuidora.

Mas, vale lembrar, o acesso da população aos equipamentos como placas solares, para o aproveitamento total do potencial de iluminação solar, precisa passar pela criação de incentivos do Governo.

Oportunidade de investimentos

Segundo estimativa do setor de energia, o Brasil está entre os 30 principais geradores de energia solar no mundo, com expectativa de configurar entre os cinco principais, em potência anual instalada, até 2.030.

Serão contratados, através de leilões de energia, aproximadamente 3.300 MW, a serem entregues até 2018, sendo que os investimentos até o final deste ano somarão R$ 4,5 bilhões.

Este crescimento favorece ainda a geração de empregos. Cada MW de energia fotovoltaica instalado gera de 25 a 30 oportunidades de trabalho, comprovando que o setor não sofreu com a crise econômica no país.

Economia e competitividade

O investimento em geração de energia solar fotovoltaica não passa mais apenas pela questão ambiental ou preocupação com a sustentabilidade, mas é motivado pela economia que pode gerar e pela competitividade que proporciona para as empresas.

O Ministério de Minas e Energia e a Empresa de Pesquisa Energética estão fazendo análises para a realização de leilões de energia solar, se possível ainda em 2017, dando continuidade aos investimentos nesta área.

Com todo esse crescimento e perspectivas, o setor de produção de energia solar fotovoltaica no Brasil representa uma excelente oportunidade para a criação de novos projetos e incentiva a execução daqueles que já estão em fase de andamento ou captação de fundos para a realização.

Para saber mais sobre linhas de financiamento para projetos de energia, consulte a Atla e se este artigo foi útil pra você, compartilhe!

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