geração distribuída no Brasil

Veja por que investir em geração distribuída no Brasil é um negócio promissor e irá atrair bons investimentos em poucos anos.

O fenômeno que levou à popularização dos computadores pessoais, em detrimento dos grandes processadores, instalados em um único local, está se repetindo, guardadas às devidas proporções, com a geração e consumo de energia elétrica. A geração distribuída – aquela produzida junto ou próxima dos consumidores, em especial com o uso de fontes renováveis – vem crescendo a cada ano em todo mundo.

No Brasil, a geração distribuída já é vista como uma oportunidade para minimizar os potenciais problemas de fornecimento de energia verificados em um passado recente. Além disso, a redução dos investimentos previstos em transmissão e distribuição de energia, bem como a redução das perdas de energia por longas distâncias são algumas vantagens da geração distribuída sobre a geração centralizada.

Especialistas do setor indicam que a geração distribuída no Brasil, mesmo considerando o cenário de crise econômica, deve crescer nos próximos anos. Atualmente, mais de 17 mil unidades residenciais já produzem sua própria energia elétrica, gerando energia e compensando o excedente com a rede elétrica da distribuidora local. A potência instalada de GD atualmente no país é de 190 MW, segundo dados de novembro da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Mais de 90% das instalações são de fonte solar fotovoltaica.

As projeções mostram que, até o ano de 2024, a potência instalada via geração distribuída chegará a 3,2 GW. A Aneel indica que, nessa data, pelo menos 800 mil consumidores já estarão gerando energia através de sistemas de micro/mini geração distribuída no Brasil.

Por que a geração distribuída no Brasil vai crescer nos próximos anos

Alguns fatores, verificados nos últimos anos, corroboram com a tese de especialistas do setor energético de que o cenário para o crescimento da geração distribuída no Brasil é promissor. Confira:

1 ) A Resolução Aneel nº 482/2012: permitiu ao consumidor gerar sua própria energia elétrica – a partir de fontes renováveis ou cogeração qualificada – e ainda exportar excedente para a rede de distribuição e compensar posteriormente. Após a revisão desta norma, publicada como REN 687 de 2015, o mercado de micro e mini geração, até 75 KWe 5 MW respectivamente, começou a ter um “boom” em crescimento. E com a edição desta nova regra, houve um aumento na potência instalada de empreendimentos que geram energia via geração distribuída, de 403 KW em 2012 para 108 mil KW em novembro de 2017. Já a potência acumulada partiu de 447 KW para quase 200 mil KW em novembro deste ano.

Veja abaixo dois gráficos que exemplificam o crescimento da GD desde 2012 até nov/2017:

2) Potencial de crescimento de unidades comerciais gerando a própria energia: atualmente, quase 80% das unidades consumidores de energia distribuída são de classe residencial. Apenas 15% são unidades comerciais. Portanto, com os benefícios da geração distribuída, a expectativa é que empresas de todos os portes passem a investir em geração própria, como forma de reduzir custos, acumular créditos junto à rede de distribuição principal e ainda se prevenir de aumentos tarifários previstos para os próximos anos.

3) A entrada de grandes distribuidoras, que já atuam na geração centralizada, no mercado de geração distribuída: percebendo o potencial do mercado brasileiro, grandes empresas – como a CPFL Energia e a Enel – estão investindo em subsidiárias para geração distribuído, com foco na demanda projetada para um futuro bem próximo.

4) O surgimento de inúmeras opções de financiamento para projetos de geração distribuída, em bancos de fomento e comerciais, tais como: Desenvolve SP, Banco do Brasil, BNDES, Banco do Nordeste, Santander, BV Financeira, Sicredi, BRDE, BDMG, entre outros com boas taxas de juros e capital acessível de longo prazo.

Consultoria especializada

Para entender melhor o potencial do mercado de geração distribuída no Brasil e as possibilidades de investimento nesse setor, é válido pedir o auxílio de consultorias especializadas. Os investimentos mais assertivos, de acordo com as projeções do mercado, são algumas das orientações que especialistas do setor, como a Atla Consultoria, podem recomendar.

Se você ficou interessado em conhecer mais sobre a geração própria de energia elétrica e os benefícios para residências, empresas e investidores, consulte a Atla Consultoria e tenha acesso às melhores recomendações sobre esse mercado.

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