geração distribuída solar

Sabemos que a energia consumida no Brasil depende, em sua maioria, da geração hídrica.

Entretanto, de alguns anos para cá, com o estabelecimento de regras mais simples para a chamada geração distribuída, outras fontes renováveis passaram a ser consideradas quando o assunto é investimento em fornecimento de energia mais seguro e barato.

A incipiente popularização da geração distribuída fez com que a potência instalada nesse modelo saltasse de 403 MW em 2012 para mais de 108 mil MW em 2017, segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Já a potência acumulada partiu de 447 MW naquele ano para mais de 191 mil MW em novembro passado, segundo o órgão.

Nesse cenário, a fonte que despontou no favoritismo para investimento foi a energia gerada por meio fotovoltaico. A geração distribuída solar alcançou mais de 90% das instalações e esse crescimento é verificado especialmente entre os anos de 2015 e 2017. Neste período, houve atualização das regras para geração distribuída e criação de programas de incentivo conduzidos pelo governo.

Aliado a isso, impulsionaram os investimentos vantagens como a economia obtida na conta de luz e a segurança de custo com energia, sem os riscos de aumentos expressivos previstos para os próximos anos na conta de energia, resultando em 90% de mais de 15 mil unidades consumidoras se beneficiando da geração distribuída solar.

A irradiação solar abundante em todo país e o acesso facilitado a equipamentos cuja instalação é simplificada e de baixa manutenção, são alguns dos fatores que fazem com que essa fonte de energia conquiste cada vez mais adeptos. As perspectivas da Aneel indicam que, até o ano de 2024, mais de 800 mil unidades consumidoras estarão gerando energia a partir do modelo fotovoltaico.

Perfil dos consumidores de geração distribuída solar

No que se refere às modalidades de geração distribuída, 99% das unidades consumidoras são de fonte solar fotovoltaica. Desse montante, 92% desses consumidores estão na modalidade de autoconsumo local e 7,7% na modalidade de autoconsumo remoto.
Do total de unidades consumidoras com geração distribuída, 79,1% das unidades consumidoras são de classe residencial e 15% de classe comercial. O estado com maior número de unidades consumidoras (com um total de 3, 1 mil) é Minas Gerais, por conta da alta insolação e dos incentivos diferenciados oferecidos sobretudo na isenção no ICMS da conta de energia dos cidadãos locais.

O potencial brasileiro na geração distribuída eólica e por biomassa

Outra aposta importante quando se fala em geração distribuída são os investimentos na fonte eólica. Pela abundância de ventos em quase toda a totalidade de seu território, o Brasil conquistou a liderança na América Latina e a quinta posição mundial em capacidade instalada, segundo ranking divulgado em março de 2017 pela Global Wind Energy Council, organização internacional especializada em energia eólica.

As posições de destaque foram conquistadas a partir da expansão de 2.014 MW na geração desse tipo de energia no país no ano de 2016, de acordo com informações do Ministério de Minas e Energia (MME). O Brasil também ocupa a quinta posição no ranking mundial por ter capacidade acumulada de geração eólica de 10.740 MW, ainda segundo os dados do ano passado.

As oportunidades em geração distribuída residem na utilização de pequenos geradores em residências, terrenos, indústrias, etc.com potência instalada até 5 MW.

Biomassa – Já a geração por fonte biomassa detém, atualmente, 9% da matriz energética brasileira, com 14.302 MW de capacidade instalada, segundo dados divulgados em setembro passado pela União da Indústria de Cana de Açúcar (Unica). As informações são relativas a 2016.

De acordo com a entidade, a fonte biomassa em geral ocupa a 2ª posição em capacidade instalada, perdendo apenas para as hidrelétricas. A biomassa da cana responde por 78% dessa capacidade e ocupa a 3ª posição na matriz elétrica brasileira, com 11.189 MW, se aproximando da potência a ser instalada pela usina Belo Monte.

As oportunidades para geração distribuída residem em projetos de pequeno porte sobretudo com biogás, em pequenas usinas de até 5MW em propriedades rurais.

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