iniciativas sustentáveis

Com o apoio anunciado em agosto último, pelo governo, ainda continua sendo um ótimo período para investir em iniciativas sustentáveis. Principalmente em energias renováveis, como a energia eólica e a solar, que terão prioridade em financiamentos.

Em contrapartida, as termelétricas a carvão e óleo combustível deixam de receber investimentos governamentais. Segundo os especialistas da área, essas mudanças fazem muito sentido e caminham na direção do mercado mundial e também estão de acordo com um novo comportamento de consumo, muito mais sustentável.

3,5 bilhões em iniciativas sustentáveis

Os 3,5 bilhões de investimentos anunciados pelo governo serão administrados por meio de programas do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP). Para a FINEP, o programa chama-se Plano de Apoio ao Desenvolvimento e Inovação da Indústria Química (Padiq). Leia aqui, mais detalhes desses investimentos.

Embora citada no nome do programa, a indústria química não é a única beneficiária, podendo ser financiados projetos de pesquisa e desenvolvimento em setores como automobilístico, aeroespacial, petróleo e gás, entre outros que podem se beneficiar do desenvolvimento de fibras de carbono.

Com o “apelido” de Inova Mineral, o Plano de Desenvolvimento, Sustentabilidade e Inovação no Setor de Mineração e Transformação Mineral é o programa do BNDES. Este programa tem como objetivo apoiar projetos de pesquisa e desenvolvimento de materiais como lítio, terras raras e outros à base de silício, que tenham aplicabilidade em tecnologias para geração de energia solar e eólica.

Para reduzir a emissão de poluentes e melhorar a eficiência energética

Dentre as iniciativas sustentáveis citadas no anúncio do governo, reduzir a emissão de poluentes e a eficiência energética, é uma iniciativa que há muito vem sendo citada como uma necessidade crescente no País.

Ainda segundos estudiosos do tema, embora no último ano não tenham ocorrido os chamados “apagões”, é preciso lembrar que, devido à crise econômica, a demanda por energia diminuiu, mas, em condição normal, o uso de energias renováveis, que são mais sustentáveis e de fonte inesgotável, é cada vez mais urgente.

Mais eficiente, menos juros

Em termos de financiamento, hoje, o BNDES pode financiar até 80% do valor de projetos de energia solar com TLJP (Taxa de Juros de Longo Prazo). As demais energias consideradas renováveis como a eólica, a biomassa, PCHs e cogeração também tem um alto percentual que é elegível ao financiamento, chegando a 70% do valor do projeto, com TLJP..

Com relação aos juros, o chamado spread, que nada mais é que a diferença entre o banco cobra versus o quanto ele paga para captar recursos, é de 1,5%.

Como ter acesso?

Cada programa tem critérios específicos de participação e vale ler os editais no detalhe para entendê-los. São exigências documentais e técnicas que devem ser consultadas antes da submissão.

O mais importante, feito isso, é ter um bom projeto em que esteja demonstrada a sinergia com os objetivos das instituições em seus programas.

Quando se fala em eficiência energética e energias renováveis , as oportunidades de financiamentos são muitas e envolvem praticamente todos os setores. Então, se ficar na dúvida, vale consultar uma empresa especializada em financiamentos para projetos de eficiência energética, que poderá indicar boas soluções disponíveis no mercado.

Ficou interessado em avaliar linhas de financiamento para seu projeto de eficiência energética? Entre em contato conosco!

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