projeto de energia

As vantagens e benefícios de novas tecnologias em geração distribuída fizeram aumentar o interesse em torno do investimento em geração própria de energia elétrica.

Entretanto, nem sempre é possível dispor de capital imediato para custear o empreendimento e, por isso, solicitar o aporte de uma instituição financeira para um projeto de energia é sempre uma boa opção.

As instituições credoras costumam trabalhar com dois modelos de crédito, o empréstimo e o financiamento.  As duas modalidades possuem diferenças e é recomendável analisar minuciosamente cada uma antes de tomar uma decisão. Veja abaixo qual se ajusta melhor à sua realidade financeira e qual poderá agregar mais valor ao seu projeto de energia.

Como funciona o empréstimo

O empréstimo costuma ser uma operação de tomada de recursos mais simplificada e menos burocrática. Normalmente, é a opção de quem precisa de capital de forma mais fácil e rápida. Costuma ser concedida a quem já tem crédito pré-aprovado na praça, mas este requisito não é geral. Há casos de financeiras que aprovam empréstimos mesmo para quem tem o nome pendente em listas de devedores. Veja outras características dessa modalidade.

– O valor concedido pela instituição é limitado. Em geral, é mais baixo do que no financiamento.
– O prazo é menor.
– Não é necessário apresentar garantias de que eles serão empregados em determinado fim.
– Eventualmente pode ser concedido sem a exigência de bens como garantia de pagamento.
– Como a exigência de garantias é menor, os juros vinculados ao valor emprestado são maiores. Essa é a contrapartida exigida pela instituição financeira para o risco de inadimplência existente nesse tipo de operação.
– O acordo entre quem toma o empréstimo e a instituição é a única salvaguarda do processo.

De todas as características acima, pode-se dizer que a aplicação de juros maiores é a principal delas. Em alguns casos, eles podem representar – ao final do pagamento do empréstimo – o dobro do valor concedido pela instituição. Por isso, é preciso analisar bem a necessidade de se escolher essa modalidade de aporte de recursos no seu projeto de energia.

Como funciona o financiamento

No financiamento, o pagamento de juros também é uma condição do contrato de tomada do recurso. Entretanto, o percentual é bem menor – muitas vezes, chegando a menos da metade – do que se exige quando se solicita um empréstimo. É uma das principais características dessa modalidade de tomada de recursos. Veja outras:

– O valor concedido costuma ser mais alto, como o financiamento de um novo empreendimento, da abertura de um negócio ou ampliação de uma empresa, por exemplo. Entretanto, isso não é necessariamente uma regra. É possível pedir o financiamento para aquisição de bens de menor valor.
– A concessão do financiamento é subordinada a um projeto, com garantias específicas e seguras de retorno do valor concedido.
– A análise do projeto é mais demorada e burocrática. Em caso de solicitação de crédito partindo de uma empresa, a instituição financeira costuma analisar quesitos como histórico de faturamento, plano de negócios do investimento, previsão de expansão e crescimento e, principalmente, as garantias apresentadas pelo requerente para o pagamento da dívida.
– No financiamento, normalmente os valores aprovados são concedidos diretamente ao fornecedor dos equipamentos e de serviços, entre outras partes envolvidas. A instituição também pode exigir provas de que esses valores serão realmente aplicados no projeto apresentado pelo tomador, bem como acompanhar, inclusive, cada etapa do projeto.
– Os prazos são maiores e de acordo com o plano de negócio apresentado.

Em caso de dúvida sobre a melhor opção de tomada de recursos para financiar seu projeto de energia – seja na sua casa ou empresa – entre em contato com a Atla e conheça o que pode ser mais vantajoso para seu bolso. A consultoria oferece conhecimento e suporte necessários para facilitar o acesso aos recursos financeiros necessários para viabilização da sua proposta.

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