reforma do setor elétrico

O Governo Federal deu a largada para uma ampla reforma do setor elétrico, conforme matéria publicada no Jornal O Globo.

O projeto de lei, ou medida provisória, deverá ser votado ainda durante o mês de setembro.

A indústria e os demais consumidores de energia elétrica são fortemente impactados por esta reforma, uma vez que poderá haver um acréscimo nas contas de energia na ordem de 7%.

De acordo com o documento referente à reforma, o Ministério de Minas e Energia permitirá a privatização de antigas usinas da Eletrobrás, cujas concessões foram renovadas pelo período de 30 anos em 2012. Além de alterar o modelo de fornecimento de energia para o mercado. Os recursos com a venda das usinas será dividido entre o Tesouro, a Eletrobrás e o fundo setorial Conta de Desenvolvimento Energético.

Novas regras

De acordo com as novas regras, as usinas estatais estarão liberadas do compromisso de vender cotas de energia mais baratas e é isso que pode gerar o aumento nos preços da energia. Hoje o valor de venda da energia nas usinas é de R$ 50,00/MWh, podendo passar para algo em torno de R$150,00/MWh.

A proposta da reforma abre espaço, também, para o cancelamento de contratos de produção, através das usinas térmicas, que são mais caras. E ainda prevê o fim dos leilões de energia de reserva, compensando assim parte do aumento no custo.

Investidores privados

Com o movimento de reforma no setor elétrico, o Brasil tenta atrair investidores privados para o setor. Está promovendo, também, o mercado livre de energia, onde grandes consumidores podem negociar livremente com os geradores de energia e escolher com quem fecharão contratos, estudando diminuir os requisitos para acesso a este formato de contratação de energia

A reforma também lança um olhar sobre os subsídios, que devem passar por mudanças, tais como descontos aplicados a clientes de baixa renda e diminuição das taxas pagas por usinas renováveis, tais como eólicas, de biomassas e solares.

Impacto da reforma do setor elétrico na indústria

Mesmo com as prerrogativas do mercado livre e outras vantagens nos subsídios previstas com a reforma, o que poderá ser sentido pelas indústrias, grandes consumidoras de energia elétrica, em um primeiro momento, será o aumento dos custos gerados pelo consumo.

O que se vê, conforme publicado na Gazeta do Povo, é que a reforma possibilitará a venda de energia hidrelétrica produzida por usinas antigas, atualmente remuneradas pelo custo de operação e manutenção, encarecendo grande parte da energia produzida e consumida em todo o país.

Ainda segundo o mesmo jornal, a reforma pretende corrigir um desequilíbrio pontual, ao invés de repensar o setor de modo sustentável e promover uma transição para a produção de energia renovável.

Linha de financiamento ideal

É neste contexto, que os projetos de energias renováveis, como a solar para geração distribuída, ganham cada vez mais importância. Para que o seu tenha a linha de financiamento mais adequada do mercado, conte com uma consultoria especializada como a Atla. Desta forma, ele vai sair do papel e proporcionar alternativas de geração de energia de menor custo e maior eficiência.

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